sábado, 15 de abril de 2017

Que estás a fazer, Picante?

Então... são as noites em Salvador da Bahia, ali para os lados da República Dominicana... não se vê logo?...



20 comentários:

  1. Pelas fotos do Instagram, é Salvador!

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    1. Sempre fui mais pelo ski que pelo surf.
      Santa Páscoa!

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  3. Sim, sim. Esperemos pelos posts novos quando regressar. Divirta-se com a sua família.

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  4. Desta vez o post não rendeu......

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  5. Continue a prestar -se as estas figuras.
    É mais que óbvio 🙄.

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  6. Picante, tenho uma dúvida que me apoquenta: porque é que as rosinhas não andam a opinar sobre a crise na vacinação e o surto de sarampo? É que nem uma... Serão compromissos publicitários que lhes ocupam o tempo todo? Não querem alienar leitores? É que parece assim um tipo de post que poderia gerar montes de comentários. Não percebo...

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    1. Desculpe mas a pipoca falou sobre o assunto.

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  7. Pipoca sentimos a sua falta... quando é que votla?

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  8. Entre batizados e festas não tem tempo para este blog não é? Ainda gostava de perceber como é que uma ateia vai ser madrinha de alguma coisa. Só mesmo para inglês ver.

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    1. Porque actualmente, não interessa se é ateia, ateu ou andam à toa. A escolha de um padrinho recai sobre alguém de quem gostamos, entre tanta coisa a apontar, essa não é uma delas.

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    2. Pensei exactamente o mesmo .

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    3. Errado anónimo das 19:48, um batizado é uma cerimónia católica em que é dado a uma criança um sacramento católico, por isso alguém que não é católico não deveria ser padrinho ou madrinha desse sacramento. É isso e quando mos pais das crianças não se querem casar pela igreja, ou seja não querem o sacramento do casamento para eles mas depois vão a correr batizar os filhos...qual é a lógica de não querer um sacramento e querer o outro? As crianças não tem culpa mas també, não são elas que pedem para ser batizadas.

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    4. Não é a religião - ou a falta dela - que define a escolha dos padrinhos. Portanto, pense mais um bocadinho no assunto antes de vir para aqui mandar postas de pescada.

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    5. Tanta confusão que aqui vai. A SMS foi escolhida pelos pais do bebé para ser a sua madrinha, por motivos que só a eles dizem respeito (porque a consideram uma figura/influência positiva na educação da criança, porque há laços fortes de amizade que os unem, ou outro qualquer, antigamente escolhia-se o homem mais rico ou influente da aldeia para padrinho dos filhos). A SMS aceitou o convite e até esteve presente na cerimónia religiosa, mas no livro de registos da igreja figura apenas como testemunha. O tratamento que a família lhe dá de futuro será o que bem entenderem. Os filhos dos meus amigos chamam-me tia e não verdade não o sou. Se lhe quiserem chamar madrinha, é uma decisão dos envolvidos. Falo com conhecimento de causa porque a minha irmã me convidou para madrinha do meu sobrinho. Como sou divorciada o padre explicou-me que de acordo com as leis canónicas não podia ser madrinha formalmente, assinaria apenas como testemunha, mas a verdade é que para nós, família, eu sou verdadeiramente a madrinha do bebé. Há 40 anos passou-se o mesmo com a minha irmã. A pessoa que os meus pais escolheram para madrinha não o podia ser "legalmente", assinou apenas como testemunha e para todos os efeitos a minha irmã só tem um padrinho, mas desde sempre a amiga da minha mãe foi considerada a madrinha por todos nós.

      Gostava mesmo era de perceber porque vos incomoda tanto, anónimos. que os pais de um bebé tenham escolhido a SMS para madrinha dos filhos. Foram preteridos e não se conformam, é isso? Poucas coisas são tão pessoais e íntimas como a fê e escolhas de carácter religioso. É mesmo preciso meter o bedelho desta forma? Parece-me muito "poucochinho"

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    6. Por acaso tenho sentimentos muito dúbios relativamente a esta questão da escolha dos padrinhos, SMS à parte que não me interessa nada para que foi ou deixou de ser escolhida.
      Acontece que o baptizado é uma cerimónia religiosa em que os padrinhos se comprometem a ajudar os pais a educar a criança dentro da fé católica. É um sacramento que significa muito mais que um almoço e umas lembranças. Como é que um ateu faz isto?...
      Por outro lado, quando escolhi os padrinhos dos meus filhos, a fé religiosa foi o que menos me preocupou, a verdade é que escolho as pessoas que gostaria que os educassem caso eu lhes faltasse. Escolhi-as pela sua rectidão de carácter e não por serem crismadas.

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  9. Picante, olhe que engraçado:

    http://expresso.sapo.pt/sociedade/2017-04-22-Autoridades-investigam-tratamentos-com-vitamina-D

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    1. A quantidade de estudos mal feitos que por aí há...

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    2. Não vou dizer que as anémicas e as falta-de-vitamina-D-émicas sejam as únicas culpadas destes aumentos, mas que ajudam à festa, lá isso ajudam!

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